Segundo o Wikipédia: "Mãe também é, para todos os efeitos, aquela pessoa do sexo feminino que adota, cria, e cuida de uma criança gerada por outrem. Encontra-se com frequência casos em que uma mãe desempenha o papel de mãe e de pai em simultâneo, e outros casos (mais raros) em que o pai cumpre o papel de pai e de mãe. Já outras famílias são compostas por duas mães ou por dois pais. Em certos casos a comunidade, o Estado, ou até mesmo outras crianças procuram fazer o papel de mãe na vida de certas crianças ou adolescentes".
Não sei dizer se é devido ao gosto pela leitura e por documentação, que tenho certa fissura por encartes. Foi assim que muitos como eu aprenderam palavras em língua estrangeira, incluindo a memorização das letras lidas e ouvidas, compreendemos melhor termos que a dicção deixa ambígua ou confusa, tomamos contato com a ficha técnica de cada composição, sua história, seus músicos, etc.
A meu ver é apenas um encarte detalhado (não somente com fotos e sem créditos) que falta neste excelente trabalho de Carlos Malungo. Mas, talvez isto seja um mero detalhe. Saia dançando com “Menino Levado” em uma pista black nostalgia degustando acarajé e “algo mais do som de Salvador”. Quem curte reggaes rasgados vai se soltar em “Cuidado” e “Desejos”. Orikis afetivos são identificados na poética “Rainha” (Mariana). Pelo título “Oh! Mãe África”, que reporta ao poema “Protesto”, de Carlos de Assumpção, sugere um lamento meio blues na introdução, mas desenvolve um rítmico “clamor de justiça e paz” onde as desigualdades ainda imperam.
Contatos:
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(011) 8547-9503/3313-0185
O.I.K.
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